<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690</id><updated>2011-04-22T01:34:06.029+01:00</updated><title type='text'>O Mundo Romano no Apogeu do Império</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-3608983214440942594</id><published>2008-04-04T22:59:00.000+01:00</published><updated>2008-09-06T23:02:11.714+01:00</updated><title type='text'>Um dia da vida de um senador</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Como quase sempre, o senador foi acordado pelo labor dos escravos a limpar e a aquecer a casa e a preparar as refeições. Ao sair da sua alcova, encontra o filho, de 12 anos, que se prepara para ir à escola, acompanhado pelo pedagogo. Em seguida, entrega-se aos cuidados do barbeiro e come uma refeição ligeira. Depois de fazer as suas orações junto do altar doméstico, recebe os seus clientes. Trata de negócios, no &lt;i&gt;scriptorium&lt;/i&gt;, e, após colocar a toga debruada a púrpura, sai, acompanhado pelo secretário ( um escravo grego).&lt;br /&gt;Passa pelo templo de Júpiter Capitolino, onde faz uma oferenda ao deus e dirige-se, em seguida, ao edifício do Senado, para participar numa sessão presidida pelo imperador.&lt;br /&gt;Regressado a casa, toma uma nova refeição, na companhia da família. Pela hora oitava (13 horas), vai ao Coliseu, para assistir a um espectáculo em que participa a sua própria equipa de gladiadores. Dali segue para as Termas de Trajano, onde toma banho e recebe uma massagem, enquanto conversa com os amigos.&lt;br /&gt;À noite, o senador oferece um banquente em honra do governador da Bética, acabado de regressar a Roma. No &lt;i&gt;triclinium&lt;/i&gt; (sala de jantar), reclinados em leitos, os convidados, servidos por escravos, saboreiam um aperitivo, três entradas, dois assados e a sobremesa, tudo acompanhado com o apreciado vinho de Falermo, em geral cortado com água.&lt;br /&gt;Pela hora sétima nocturna (meia-noite), os convidados retiram~se e o senador vai-se deitar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-3608983214440942594?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/3608983214440942594/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=3608983214440942594&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/3608983214440942594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/3608983214440942594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2008/04/um-dia-da-vida-de-um-senador.html' title='Um dia da vida de um senador'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-2272964894814991129</id><published>2008-03-09T23:19:00.000Z</published><updated>2008-09-07T00:20:27.075+01:00</updated><title type='text'>Os Bairros Populares de Roma</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;"Vivemos numa cidade onde a grande maioria das casas são construídas com finas vigas de madeira. Deste modo, são frequentes os desmoronamentos e os incêndios. [...] É preciso ser-se rico para poder dormir sem barulhos, em calmas vivendas [...]. A passagem das carroças nas ruas estreitas, ou as discussões por causa de um rebanho que não avança, tiram o sono a qualquer um. O rico, quando tem pressa, consegue passar rapidamente por entre a multidão, transportado na sua cómoda liteira. Mas eu, coitado de mim, não consigo avançar por entre o rio humano que me comprime e empurra[...].&lt;br /&gt;E, se isto não bastasse, há ainda outro género de perigos aos quais estamos expostos, quando caminhamos, de noite, pelas ruas: frequentemente, das janelas, das varandas ou dos telhados tombam tijolos, vasos ou telhas que nos podem esmagar o crânio [...]. Podemos dar-nos por felizes se apenas apanharmos com o conteúdo de uma bacia em cima! [...] E não falemos de outras desgraças [...] Pode acontecer também que nos apareça pela frente um bandido, de  faca em punho [...].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juvenal (poeta romano do século I d. C.), "Sátiras", III&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-2272964894814991129?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/2272964894814991129/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=2272964894814991129&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/2272964894814991129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/2272964894814991129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2008/03/os-bairros-populares-de-roma.html' title='Os Bairros Populares de Roma'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-3858025047633178470</id><published>2008-02-27T22:26:00.000Z</published><updated>2008-09-07T00:27:12.995+01:00</updated><title type='text'>Termas e banhos públicos</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Guiados pelo bom senso, os romanos deram grande importância aos  cuidados sanitários e de higiene. Havia um sistema de esgotos na cidade de Roma que não foi ultrapassado por qualquer sistema semelhante no mundo todo, até o século XIX . &lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" hspace="10"alt="cloaca maxima"src="http://roma01.no.sapo.pt/cloacamaxima.JPG"width="240"border="0"&gt; &lt;br&gt;Os esgotos eram levados em condutos subterrâneos até um local, a cloaca maxima, onde eram lançados no rio Tibre. Além de privadas nas casas, havia sanitários públicos, alguns deles muito luxuosos, todos equipados com água corrente. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" hspace="10"alt="latrina"src="http://roma01.no.sapo.pt/OstiaLatrine1.JPG"width="240"border="0"&gt; As casas luxuosas dispunham de banhos privativos, com água canalizada (através de canalizações de chumbo ou de cerâmica), mas os pobres tinham que utilizar as latrinas e as termas púplicas, como os banhos de Caracalla, capazes de acomodar mil e seiscentas pessoas de cada vez, ou os de Diocleciano, com três mil quartos de banho. Isso mostra que o asseio era uma prática generalizada, em Roma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Romanos passavam muito tempo mas termas ou banhos púplicos. Estes eram, simultaneamente locais para cuidar da higiene do corpo e locais de encontro e de convívio. Para além das piscinas de água quente e fria, algumas termas tinham também edifícios anexos com ginásios, estádio, bibliotecas, lojas, etc.&lt;br /&gt;Em 33 a.C., já existiam 170 banhos públicos em Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="Pont du Gard" src="http://roma01.no.sapo.pt/PontduGard.jpg"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para proporcionar água destinada ao consumo e à limpeza, a cidade de Roma era provida de 14 grandes aquedutos que traziam água de fontes distantes através de condutos subterrâneos ou suspensos. No início da era cristã, eles proporcionavam à cidade cerca de 200 milhões de litros de água por dia. Os romanos implantavam também sistemas de água e esgoto nas principais regiões que conquistavam. Existe um aqueduto em Nîmes, em França, que é utilizado até hoje, dois mil anos depois de sua construção. &lt;br /&gt;Muitas outras cidades do Império também tinham rede de esgotos e de água ao domicílio, como acontecia em Conímbriga, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Todos os cuidados com a água, esgoto, asseio pessoal e limpeza da cidade certamente contribuiram muito para preservar os romanos de doenças. É difícil saber, no entanto, até que ponto eles estavam conscientes dos benefícios dessas medidas para a saúde, e até que ponto eram guiados apenas por considerações estéticas (beleza, limpeza, cheiro agradável, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-3858025047633178470?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/3858025047633178470/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=3858025047633178470&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/3858025047633178470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/3858025047633178470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2008/02/termas-e-banhos-pblicos.html' title='Termas e banhos públicos'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-8362242199392313996</id><published>2008-02-05T01:16:00.000Z</published><updated>2008-09-13T01:18:47.876+01:00</updated><title type='text'>Os escravos na sociedade Romana</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;O prefeito Pesânio Segundo foi morto por um dos seus escravos. De acordo com um antigo costume, todos os escravos que habitavam debaixo do mesmo tecto, em número de 400, deveriam ser condenados à morte. O povo compadecido, pedi o perdão [...] mas o imperador Nero ordenou a execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tácito, Anais, XIV - 431&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"São escravos, dizes. Mas são também homens! Escravos? Eu diria que são amigos de humilde condição. Lembra-te de que o ser a quem chamas escravo nasceu do mesmo modo que tu, cresce debaixo do mesmo céu, vive e morre como tu. Um dia, quem sabe, ele poderá ser livre e tu escravo. Trata os teus subordinados como gostarias que os teus superiores te tratassem a ti."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Séneca (filósofo romano do século I d.C.), "Carta a Lucílio"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-8362242199392313996?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/8362242199392313996/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=8362242199392313996&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/8362242199392313996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/8362242199392313996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/02/os-escravos-na-sociedade-romana.html' title='Os escravos na sociedade Romana'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-7825342465202806200</id><published>2007-11-21T00:36:00.000Z</published><updated>2008-09-07T00:37:50.139+01:00</updated><title type='text'>Um Novo-Rico, em Roma</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Trimalcião, um homem riquíssimo, conta como fez fortuna:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu tinha uma grande paixão pelos negócios. Construi cinco navios, enchi-os com um carregamento de vinho - que tinha um preço muito elevado na ocasião - e mandei-os para Roma. Construí mais alguns navios, maiores, melhores e mais caros. [...] Obtive outro carregamento de vinho, presuntos, favas, perfumes e escravos. Numa só viagem consegui dois milhões de sestércios líquidos. Imediatamente comprei todas as propriedades que tinham pertencido ao meu antigo Amo.&lt;br /&gt;Construí uma casa e comprei cavalos e escravos: tudo o que eu trocava crescia como um favo de mel. Quando consegui ter recursos superiores [...] retirei-me dos negócios e comecei a emprestar dinheiro aos libertos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Petrónio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-7825342465202806200?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/7825342465202806200/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=7825342465202806200&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/7825342465202806200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/7825342465202806200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/11/um-novo-rico-em-roma.html' title='Um Novo-Rico, em Roma'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-4586300757662903532</id><published>2007-10-27T20:37:00.001+01:00</published><updated>2008-09-07T00:44:01.972+01:00</updated><title type='text'>A classe senatorial e a ordem equestre</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;No topo da hierarquia social romana situava-se a ordem senatorial(1), cujos membros tinham de possuir uma fortuna avaliada em mais de um milhão de sestércios. Esta classe constituia uma elite privilegiada, possuidora de grandes propriedades rurais (latifúndios), cultivadas por escravos ou por rendeiros livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img  alt="legionário"align="left" hspace="10"src="http://roma01.no.sapo.pt/senador.gif"border="0"&gt;&lt;br /&gt;Entre os privilégios da classe senatorial contava-se o direito a exercer as mais altas funções públicas, como por exemplo magistrado, senador, governador de províncias ou grande sacerdote (cortejo de senadores).&lt;br /&gt;No nível situado imediatamente abaixo da classe senatorial encontrava-se a &lt;u&gt;ordem equestre&lt;/u&gt;, constituída por &lt;u&gt;cavaleiros&lt;/u&gt;(2). Tratava-se de um grupo de plebeus enriquecidos - grandes negociantes, empreiteiros de obras públicas, etc. - dispondo de fortunas superiores a 400 mil sestércios. Alguns deles eram &lt;u&gt;libertos&lt;/u&gt;, isto é, antigos escravos a quem os seus senhores tinham concedido a liberdade. &lt;br /&gt;A influéncia da ordem equestre na sociedade romana foi-se acentuando pois os imperadores, para limitar o poder da ordem senatorial, passaram a apoiar-se nos cavaleiros, nomeando-os para importantes cargos políticos e administrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;(1) A ordem senatorial designava-se assim porque os seus elementos eram os únicos que podiam ser nomeados senadores, isto é, membros do senado, um dos principais orgãos do governo do Império Romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;(2) Os cavaleiros eram indivíduos que, graças à sua riqueza ou devido a serviços relevantes prestados ao imperador, ascendiam, por nomeação imperial, a um novo grupo social, a ordem equestre. O nome deriva do facto de, nos primeiros tempos de Roma, os plebeus ricos terem a obrigação de prestar serviço militar como cavaleiros e, por isso, terem que possuir cavalo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-4586300757662903532?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/4586300757662903532/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=4586300757662903532&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/4586300757662903532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/4586300757662903532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/10/classe-senatorial-e-ordem-equestre.html' title='A classe senatorial e a ordem equestre'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-9059729813374410128</id><published>2007-10-17T10:39:00.001+01:00</published><updated>2008-09-07T00:44:17.745+01:00</updated><title type='text'>Uma sociedade de grandes contrastes</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;br /&gt;A sociedade romana, tal como sucedia com muitas outras, caracterizava-se pela existência de profundas diferenças. A principal era, sem dúvida, aquela que distinguiu os &lt;i&gt;homens livres&lt;/i&gt; da grande multidão de escravos.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;img  alt="legionário"align="left" hspace="10"src="http://roma01.no.sapo.pt/gladiadores01.JPG"width="230"border="0"&gt;Na verdade, a sociedade romana dependia, em grande parte, do trabalho escravo. A expansão tinha permitido obter milhares de escravos, cuja vida era de trabalho duríssimo. Para além do trabalho no campo ou nas minas, outros escravos trabalhavam nos serviços domésticos. Outros ainda eram seleccionados para gladiadores e treinados para lutarem em espectáculos públicos até à morte. Todavia, os escravos mais valorizados eram os gregos cultos. Muitos tornavam-se secretários particulares dos seus patrões e outros acompanhavam as crianças ricas nas suas tarefas escolares, à maneira grega (os escravos pedagogos).&lt;br /&gt;No final do século I a.C., por exemplo, calcula-se que existiam, na Península Ibérica, cerca de três milhões de escravos (à volta de 40% da população). A difícil situação dos escravos tinha levado, aliás, a numerosas revoltas, como foi  o caso da revolta de &lt;i&gt;Spartacus&lt;/i&gt;, em 73 a.C., violentamente reprimida. &lt;br /&gt;Por outro lado, entre os próprios homens livres existiam aqueles que tinham a condição de cidadãos romanos e os que não possuíam a cidadania (Só a partir do século III o direito de cidadania foi estendido a todos os habitantes livres do Império).&lt;br /&gt;Finalmente, os próprios cidadãos encontravam-se hierarquizados numa escala social determinada pelo valor das suas fortunas. No grau inferior encontravam-se os membros da plebe, isto é, os plebeus. A plebe era formada por pequenos proprietários, rendeiros, artesãos, pequenos comerciantes, etc. Muitos plebeus viviam na dependência das famílias, de quem eram clientes. Os clientes eram geralmente plebeus que estavam na dependência de uma família rica e poderosa. O cliente estava unido ao seu patrono por laços de confiança mútua: o patrono ajudava-o, dando-lhe dinheiro ou alimentos, defendia-o e protegia-o. Em troca o cliente devia-lhe respeito e obediência. Dessa forma, os patronos conseguiam que a sua numerosa "clientela", na altura das eleições, votasse nos candidatos que lhes interessavam.&lt;br /&gt;Havia também um elevado número de desempregados, vivendo à custa do Estado, que os alimentava com distribuições gratuitas de trigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-9059729813374410128?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/9059729813374410128/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=9059729813374410128&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/9059729813374410128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/9059729813374410128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/10/uma-sociedade-de-grandes-contrastes.html' title='Uma sociedade de grandes contrastes'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-7607494801934894320</id><published>2007-10-03T00:40:00.001+01:00</published><updated>2008-09-07T00:44:32.923+01:00</updated><title type='text'>Villae</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;"Villae" (no singular, Villa) eram propriedades rurais romanas semelhantes aos "montes" alentejanos actuais. Tal como a "villa" o "monte" alentejano é constituído por um conjunto de construções para habitação dos proprietários e dos trabalhadores, além de instalações destinadas a guardar instrumentos e produtos agrícolas, abrigar gado, etc. Sem dúvida que muitos dos "montes" alentejanos derivam de "villae" romanas. Existem, aliás, algumas ruínas dessas "villae" no Alentejo como, por exemplo, as de Pisões, perto de Beja.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://roma01.no.sapo.pt/villaeminiatura.jpg" width="450"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Miniatura de uma "villa"&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Villa romana de Pisões, na Herdade de Algramaça&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://roma01.no.sapo.pt/Ruinas1.jpg" width="450"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;A "villa" está implantada numa inclinação suave, junto a um curso de água, na herdade de Algramaça nas proximidades de uma represa romana.&lt;br /&gt;Virada a S., com vestígios de implantação de inúmeras divisões quadrangulares, de diferentes dimensões, dispostas em volta de um átrio ("peristilium") com colunas enquadrando um tanque central ("impluvium"), antecedido do lado N. por sala com escadaria; no seu alinhamento do lado S. um grande pátio; do lado O. do perístilo uma sala de maiores dimensões rematada em muro semicircular, com um pequeno lago ao centro. A O. do conjunto habitacional o balneário constituído pelo forno ("praefurnium") e 3 salas, a central rectangular, as extremas terminando em semicírculos ("caldarium"), assentes sobre arcos apoiados em colunas ("suspensura"); nas proximidades um tanque rectangular, com 5 degraus de acesso. Do lado N. as bases de 10 colunas distanciadas de 2,30 m. A S. da "villa", paralela à ribeira, uma piscina de grande dimensões (40 x 8,30 m.), com 6 degraus de acesso. &lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://roma01.no.sapo.pt/Ruinaspisoes.jpg" width="450"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revestem os pavimentos de muitas das salas mosaicos, a preto e branco os mais antigos, polícromos e de tesselas maiores e maior riqueza plástica os mais recentes, com figurações geométricas e animais. Do conjunto fazia parte a "villa rustica", ainda não escavada, assinalada pela descoberta de grandes pedras de lagar e dos vestígios das construções que a formavam. Em algumas salas lajes de mármore revestem o pavimento e parte das paredes; nestas encontram-se muitos vestígios de estuques.&lt;br /&gt;Uma pequena ara com a invocação da deusa Salus, fornece o nome de uma família que provavelmente aqui viveu, a de Gaio Atílio Gordo.&lt;br /&gt;Merece destaque o hipocausto do balneário, superior a construções equivalentes de Conímbriga ou Miróbriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-7607494801934894320?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/7607494801934894320/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=7607494801934894320&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/7607494801934894320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/7607494801934894320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/10/villae.html' title='Villae'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-8250515730812665933</id><published>2007-09-06T00:50:00.001+01:00</published><updated>2008-09-13T01:14:16.101+01:00</updated><title type='text'>Uma economia comercial, monetária e esclavagista</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Os Romanos desenvolveram a agricultura, em especial na Sicília, na Gália, na Península Ibérica e no Norte de África. Aproveitando as condições naturais, instalaram aí, tal como acontecia em Itália, extensas explorações agrícolas, as &lt;i&gt;villae&lt;/i&gt;, muitas delas resultantes da fixação, nas províncias, de colonos idos da Península Itálica. Intensificam-se, deste modo, a produção de cereais, azeite, vinho e produtos pecuários, que depois eram comercializados. Outra actividade que se encontrava muito desenvolvida era a exploração mineira.&lt;br /&gt;A maior parte desta produção agrícola, artesanal e mineira assentava na exploração do trabalho de milhões de escravos, provenientes sobretudo das guerras de conquista.&lt;br /&gt;A economia romana baseava-se na complementaridade das duas grandes áreas do império - Oriente e Ocidente. Enquanto nas regiões ocidentais predominavam as actividades agro-pecuárias e mineiras, nas regiões orientais predominava a produção industrial, sobretudo de objectos de luxo.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://roma01.no.sapo.pt/mosaico01.jpg"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Entre todas as regiões do Império existia uma intensa actividade comercial, facilitada pela excelente rede de estradas que ligava todos os pontos do Império à Itália e à capital ( daí a conhecida frase:"Todos os caminhos vão dar a Roma"). Os rios navegáveis serviam também de vias de comunicação e de transporte. Por sua vez, o Mediterrâneo era o grande eixo desse tráfego comercial, ligando as províncias do Império entre si.&lt;br /&gt;Uma tão intensa actividade mercantil exigia uma grande circulação de moeda. A abundância de metais preciosos possibilitava uma contínua cunhagem de moedas de ouro e de prata. É esta activa circulação de moeda que permite caracterizar a economia romana como uma economia monetária.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-8250515730812665933?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/8250515730812665933/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=8250515730812665933&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/8250515730812665933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/8250515730812665933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/09/uma-economia-comercial-monetria-e.html' title='Uma economia comercial, monetária e esclavagista'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-7790646107366064057</id><published>2007-08-25T10:52:00.001+01:00</published><updated>2008-09-13T01:13:48.531+01:00</updated><title type='text'>Uma economia urbana</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Tal como acontecera com a civilização grega, também  a civilização romana foi essencialmente urbana. Milhões de pessoas viviam em cidades, que era activos centros económicos e administrativos.&lt;br /&gt;No entanto, convém distinguir a parte oriental do Império da parte ocidental. No Oriente existiam, desde a época helenística, grandes centros urbanos (Alexandria e Pérgamo, por exemplo). As regiões ocidentais, como a Península Ibérica, a Gália ou a Bretânia, encomtravam-se, à data da conquista, menos desenvolvidas, tendo sido aqui que os Romanos fundaram mais cidades.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://roma01.no.sapo.pt/imagemroma.JPG"width="450"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;A economia romana estava intimamente relacionada com a existência desta &lt;i&gt;actividade urbana&lt;/i&gt;, deste grande número de cidadãos, (1) cheias de oficinas e de lojas onde se podiam encontrar produtos das regiões mais longínquas do Império.&lt;br /&gt;Estas cidades, sendo grandes centros de consumo, dinamizavam a produção agrícola, mineira e artesanal.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;(1) Calcula-se que o mundo romano, no século I a.C., seria habitado por cerca de 60 milhões de pessoas. O número de cidades do Império era de cerca de mil. No entanto, não devemos esquecer, que a maior parte da população vivia e trabalhava no campo&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-7790646107366064057?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/7790646107366064057/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=7790646107366064057&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/7790646107366064057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/7790646107366064057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/08/uma-economia-urbana.html' title='Uma economia urbana'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-149950982779573162</id><published>2007-07-31T00:53:00.001+01:00</published><updated>2008-09-13T01:13:32.591+01:00</updated><title type='text'>A Expansão Romana</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Vista pelos vencedores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esta é Roma, a cidade que nasceu simples e humilde e, partindo de uma pequena localidade, estende hoje o seu poder a todos os lugares que o Sol ilumina [...]. Lutando em cem batalhas, conquistou a Espanha, pôs cerco às cidades da Sicília, submeteu a Gália por terra e Cartago por mar, nunca cedeu perante as perdas sofridas ou mostrou qualquer receio diante de qualquer ataque. [...] Nem mesmo o oceano barrou o seu caminho: lançando-se sobre o mar profundo, foi ao encontro dos Bretões e venceu-os. Foi a única, de entre todos os Estados, que recebeu no seu seio os povos conquistados, como uma mãe e não como uma dominadora [...]."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudiano, historiador romano do século IV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vista pelos vencidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os Romanos são bandidos que cobiçam o mundo inteiro. Depois de conquistarem as terras, vão pilhar os próprios mares. Sedentos de bens, se o inimigo é rico, e sedentos de poder, se ele é pobre, nem o Oriente nem o Ocidente os saciou.&lt;br /&gt;São os únicos de entre os mortais, a cobiçar com o mesmo furor as riquezas e a miséria. Roubar, massacrar, pilhar, eis o que os Romanos chamam, na sua falsa linguagem, civilizar. A sua paz é o silêncio dos desertos. [...] Os nossos bens e rendimentos são consumidos pelos impostos. [...] Os nossos braços são usados a derrubar florestas, sob o jugo do chicote."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(discurso de um bretão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-149950982779573162?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/149950982779573162/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=149950982779573162&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/149950982779573162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/149950982779573162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/07/expanso-romana.html' title='A Expansão Romana'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-2215550274906875164</id><published>2007-07-14T20:54:00.001+01:00</published><updated>2008-09-13T01:13:14.294+01:00</updated><title type='text'>A Organização política e administrativa da Península Ibérica</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Conquistada a Península Ibérica foi-lhe aplicado o modelo romano de organização política e administrativa.&lt;br /&gt;A primeira divisão administrativa foi realizada em 197 a.C., com a criação de duas províncias: a Hispânia Citerior e a Hispânia Ulterior. A romanização das populações da Hispânia foi tão efectiva que, no século II d.C., o mundo Romano seria governado por dois imperadores naturais da Península, Trajano e Adriano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 27 a.C., o imperador Augusto reorganizou o Império e, na Península Ibérica, foram criadas três províncias:&lt;br /&gt;- Bética, a sul, com a capital em Corduba (Córdova);&lt;br /&gt;- Lusitânia, a Ocidente, com a capital em Emerita Augusta (Mérida);&lt;br /&gt;- Tarraconense, a Oriente, com a capital em Tarraca (Tarragona)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só a Bética ficou província senatorial. As outras duas, mais instáveis, mantiveram-se imperiais, governadas por propretores, de nomeação directa do Imperador.&lt;br /&gt;O Imperador Vespasiano, (69 - 79 a.C.), dividiu as províncias em &lt;strong&gt;&lt;i&gt;conventus&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;, que eram divisões administrativas e judiciais mais pequenas, permitindo uma administração mais eficaz. Nesta divisão parece ter havido alguma preocupação, relativamente à reunião da população da mesma origem tribal.&lt;br /&gt;Diocleciano, no final do século III, reorganizou o Império, aumentou o número de províncias e acabou com a distinção entre províncias imperiais e províncias senatoriais.&lt;br /&gt;Por todas as províncias foram criadas "colónias", onde normalmente se fixavam soldados saídos dos exércitos, com as suas famílias, ou outros romanos que, constituíndo família com indígenas, os tornavam cidadões das províncias.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="Ruinas de S. Cucufate, perto de Beja" src="http://roma01.no.sapo.pt/cucufate01.JPG"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Criaram também novas cidades, segundo o modelo romano (civitates), remodelaram as já existentes, atribuíndo a muitas delas o estatuto de &lt;strong&gt;município.&lt;br /&gt;Apesar da administração central de Roma estar presente em cargos financeiros e militares, conservam a sua autonomia, as suas instituições e costumes e a sua língua, pagando um imposto fundiário a Roma. A partir de 212, todas as cidades do Império têm o mesmo estatuto e, portanto, a cidadania, a organização política e administrativa iguais à da cidade de Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-2215550274906875164?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/2215550274906875164/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=2215550274906875164&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/2215550274906875164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/2215550274906875164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/07/organizao-poltica-e-administrativa-da.html' title='A Organização política e administrativa da Península Ibérica'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-6145092727173484785</id><published>2007-07-08T00:57:00.002+01:00</published><updated>2008-09-13T01:12:59.877+01:00</updated><title type='text'>Viriato</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img alt="viriato"src="http://roma01.no.sapo.pt/viriato06.JPG"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;br /&gt;"Actualmente, quase todos os historiadores rejeitam a tese de um Viriato nascido e criado nas montanhas. Os traços da sua personalidade, recolhidos a partir das obras dos autores antigos, apresentam-no como um homem sóbrio, enérgico, justo e fiel à palavra dada, desprezando em absoluto o luxo e o conforto e, sobretudo, como um excelente estratega militar, levam-nos a concluir que se tratava de um verdadeiro político, o indiscutível chefe militar dos lusitanos e defensor da sua liberdade, e não de um rude pastor das montanhas. Apresentar Viriato como o defensor de uma certa unificação militar e política contra o poder de Roma e como possível criador de uma monarquia na Lusitânia – cujo território não formava uma unidade social ou política – é talvez exagerado. Mas, a verdade é que a acção de Viriato, tanto militar como diplomática, fez com que todos os povos vizinhos se mobilizassem contra Roma sob o seu comando e direcção. Viriato foi o primeiro lusitano no comando de um corpo de guerreiros composto por pessoas de diversas tribos e durante os oito anos que duraram as suas campanhas não houve nenhum caso de indisciplina entre as tropas. Facto surpreendente por se tratar de um «exército bárbaro», como diriam os romanos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mauricio Pastor Muñoz&lt;br /&gt;&lt;i&gt;In Introdução&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;(excerto do livro "Viriato - A luta pela Liberdade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-6145092727173484785?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/6145092727173484785/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=6145092727173484785&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/6145092727173484785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/6145092727173484785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/07/viriato.html' title='Viriato'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-127636130987266822</id><published>2007-06-25T10:59:00.001+01:00</published><updated>2008-09-13T01:12:42.662+01:00</updated><title type='text'>A conquista e pacificação da Península Ibérica</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;A Península Ibérica foi palco de lutas entre Romanos e Cartagineses, durante a 2ª Guerra Púnica, fim do século III a. C. Ambos a disputavam pela sua importância geográfica e pelas riquezas que possuía, nomeadamente a prata, da Serra Morena.&lt;br /&gt;Dominados os Cartagineses, os Romanos continuaram na Península, lutando com os povos Castrejos que a habitavam, dos quais se destacam os Lusitanos, o povo mais difícil de submeter, que dominava o território a norte do rio Tejo.&lt;br /&gt;Em 197 a. C., o território ocupado foi dividido em duas províncias: a Hispânia Citerior, a oriente, e a Hispânia Ulterior, a sudoeste, até ao vale de Guadalquivir.&lt;br /&gt;Os governadores enviados para estas províncias, apesar das grandes dificuldades na manutenção da paz que era frequentemente perturbada por sublevações, foram os grandes responsáveis pela pacificação dos povos peninsulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="estátua de Viriato em Viseu"src="http://roma01.no.sapo.pt/viriatoviseu.JPG"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Foi particularmente agitado o período entre 155 a. C., e 139 a. C., em que Viriato, chefe dos Lusitanos, não deu tréguas aos Romanos. Estes, subornando três companheiros seus, com promessas de avultadas quantias em dinheiro, mandam assassiná-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="morte de viriato"src="http://roma01.no.sapo.pt/Viriato01.JPG"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Seguiu-se um período de abrandamento de hostilidades que se reacenderam com maior força em 60 a. C., quando os Lusitanos convidaram um militar dissidente romano, para os chefiar, Sertório, considerado como um dos grandes generais que Roma produziu, a par de Pompeu, Cipião, Trajano e César.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ainda conseguiu a ajuda de mais dissidentes, mas os governadores romanos das províncias também reforçaram o combate, e em 72 a. C., Sertório acaba por ser assassinado. A falta de liderança no seio dos Lusitanos, afastou-os para as montanhas, de onde desciam de vez em quando para pilharem as cidades mais ricas do sul.&lt;br /&gt;Foi talvez para resolver esta situação que Júlio César veio para a Província Ulterior, em 61 a. C., na qualidade de propretor.&lt;br /&gt;Durante cerca de um ano, foi importante a sua acção na pacificação da parte mais ocidental daquela província, mas só no século I d.C., com Augusto, a Península Ibérica foi considerada na sua totalidade, um território em paz.&lt;br /&gt;Apesar de uma instabilidade latente, o processo de romanização foi relativamente fácil e a aceitação progressiva das leis, usos e costumes romanos, perdurou para lá dos seiscentos anos de ocupação.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-127636130987266822?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/127636130987266822/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=127636130987266822&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/127636130987266822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/127636130987266822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/06/conquista-e-pacificao-da-pennsula.html' title='A conquista e pacificação da Península Ibérica'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-1426171608375518303</id><published>2007-05-26T11:00:00.001+01:00</published><updated>2008-09-13T01:12:25.520+01:00</updated><title type='text'>Outros instrumentos de integração</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Para além do exército, existiram outros elementos que contribuíram para a integração dos povos dominados no Império. O latim, a rede viária, o direito, a administração, tudo contribuiu para dar ao gigantesco "puzzle" que era o mundo romano uma efectiva unidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O latim, a língua oficial do Império, passou a ser falada pela maior parte das populações urbanas (sobretudo no Ocidente), ainda que numa variante popular. Do latim vulgar viriam a derivar as línguas neolatinas ou línguas românicas, como o italiano, o francês, o castelhano, o romeno e o português;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://roma01.no.sapo.pt/latim.bmp"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;- uma excelente rede de estradas ligava as cidades do mundo romano entre si, sendo continuamente percorrida por soldados, funcionários, comerciantes, etc;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://roma01.no.sapo.pt/estrada.jpg"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;- toda a numerosa população do Império ficou sujeita ao direito romano, isto é, às leis romanas;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;- progressivamente, os habitantes do Império começaram a ser governados por autoridades administrativas locais semelhantes às da própria cidade de Roma e a obedecer a um poder central forte, o poder do imperador.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;O direito de cidadania, inicialmente um privilégio dos habitantes livres da cidade de Roma, foi sendo pouco a pouco alargado a todos os habitantes do Império. No século I a.C., Júlio César declarou cidadãos todos os homens livres da Itália e, no começo do século III a.C., o direito de cidadania estendeu-se a todo o Império. A cidadania trazia às pessoas protecção legal e outros direitos, como, por exemplo, o de eleger os magistrados e poder ser eleito. Mas, por outro lado, conduzia também a um aumento de impostos, pois os cidadãos estavam sujeitos a certos tributos de que o não-cidadão se encontrava isento. &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-1426171608375518303?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/1426171608375518303/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=1426171608375518303&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/1426171608375518303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/1426171608375518303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/05/outros-instrumentos-de-integrao.html' title='Outros instrumentos de integração'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-4716413924914190941</id><published>2007-05-15T01:04:00.001+01:00</published><updated>2008-09-13T01:12:08.625+01:00</updated><title type='text'>O exército e a "pax romana"</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;A expansão romana demorou séculos e o exército foi o instrumento indispensável para essa expansão.O exército romano estava dividido em legiões. A sua organização meticulosa e a disciplina severa permitiram-lhes alcançar inúmeras vitórias sobre as tropas de outros povos. &lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://roma01.no.sapo.pt/uniform.jpg"target="_blank"&gt;&lt;img  alt="legionário"align="left" hspace="10"src="http://roma01.no.sapo.pt/uniform.jpg"width="230"border="0"&gt;&lt;/a&gt; No final do século I a.C., a legião era formada por 300 cavaleiros e 4200 homens de infantaria, organizados em grupos de 100 (as centúrias, comandadas por centuriões). O exército era comandado superiormente por magistrados chamados cônsules ou pelo próprio imperador. Os oficiais, os tribunos militares, eram escolhidos entre jovens da classe superior da sociedade romana. A glória máxima dos generais romanos era o "triunfo", concedido apenas aos grandes vencedores: um desfile festivo pelas ruas de Roma, por entre aclamações populares. Atrás, acorrentados, desfilavam os chefes vencidos e centenas de escravos transportando o produto dos saques.&lt;br /&gt;O exército foi, igualmente, um importante instrumento para a integração dos povos dominados no mundo romano. Depois das conquistas, as legiões permaneciam nas terras conquistadas, para impor o domínio romano e garantir a paz - a "pax romana"(1), uma paz armada, com o exército controlando qualquer tentativa de revolta das populações e vigiando as fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://roma01.no.sapo.pt/romanj.jpg"target="_blank"&gt;&lt;img  alt="legião romana"align="left" hspace="10"src="http://roma01.no.sapo.pt/romanj.jpg"width="230"border="0"&gt;&lt;/a&gt; A permanência dos soldados, por longas temporadas, nos diferentes pontos do Império, contribuiu para a romanização(2) das populações. Por outro lado, era frequente fundarem-se colónias militares nas províncias: os soldados, no final da carreira (os veteranos), recebiam terras como recompensa pelos serviços prestados no exército, indo ali instalar-se com as suas famílias. No ano de 25 a.C., por exemplo, o imperador Augusto recompensou vários soldados de duas das suas legiões com terras situadas na Península Ibérica, nas margens do rio Guadiana. Estes soldados "eméritos", isto é, reformados e recompensados devido ao seu mérito, fundaram aí a cidade de Emerita Augusta (Mérida, futura capital da província romana da Lusitânia).&lt;br /&gt;Deste modo, estas colónias tornavam-se, autênticos centros de difusão da civilização romana.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;(1) A expressão latina "pax romana" designa a situação de paz que o Império Romano conheceu durante os dois primeiros séculos da nossa era, graças à ocupação das províncias por exércitos permanentes, que impunham a ordem, reprimindo pela força, qualquer tentativa de revolta. Apesar deste carácter violento, a "pax romana" proporcionou uma época de estabilidade e de prosperidade, durante a qual a civilização romana se estendeu a todo o Império.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;(2) Romanização é a influência exercida pela civilização romana sobre as populações do Império. Pouco a pouco, os diferentes povos absorveram a língua, a religião, a cultura e os costumes dos romanos, a ponde de, alguns séculos depois da conquista, poucas diferenças se notarem entre os habitantes da Itália e os da Peníncula Ibérica, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-4716413924914190941?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/4716413924914190941/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=4716413924914190941&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/4716413924914190941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/4716413924914190941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/05/o-exrcito-e-pax-romana.html' title='O exército e a &quot;pax romana&quot;'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-9010306634414493022</id><published>2007-04-22T13:04:00.001+01:00</published><updated>2008-09-13T01:11:49.046+01:00</updated><title type='text'>O Mediterrâneo, centro vital do Império (2)</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Depois de estenderem o seu poder sobre o litoral do Mediterrâneo, os Romanos ficaram com o caminho livre para se expandirem para o interior.  A conquista do restante território da Península Ibérica decorreu, entre êxitos e fracassos, ao longo dos séculos II e I a.C. A Gália (actual França) foi ocupada nos meados do século I a.C., sob a direcção de Júlio César (1). &lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://roma01.no.sapo.pt/mortecesar.JPG"target="_blank"&gt;&lt;img alt="morte de césar"src="http://roma01.no.sapo.pt/mortecesar.JPG"border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Roma dominou em seguida os territórios da margem direita do rio Danúbio.  Finalmente, já nos séculos I e II d.C., foi a vez de serem conquistadas a Britânia (a parte sul da actual Grã-Bretanha) e a Dácia (na margem esquerda do Danúbio).&lt;br /&gt;No entanto, apesar de se ter expandido bastante para norte, o Império Romano continuou centrado no Mediterrâneo (2), transformado, deste modo, num autêntico "lago romano". De facto, o Mediterrâneo tornou-se um verdadeiro "mar interior" do próprio Império, que os Romanos consideravam propriedade sua e ao qual passaram mesmo a chamar "Mare nostrum", isto é, o "Nosso mar".&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://roma01.no.sapo.pt/mar.jpg"target="_blank"&gt;&lt;img alt="mar nostrum"src="http://roma01.no.sapo.pt/mar.jpg"width="470"border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;(1) Júlio César (102 - 44 a.C.) pertencia a uma das mais antigas famílias da aristocracia romana, tendo desempenhado importantes cargos públicos. Foi governador da Espanha, onde se destacou na pacificação e integração da Península no Império. Mas seria a conquista da Gália, em 50 a.C., que lhe traria maior fama e prestígio.&lt;br /&gt;Após uma violenta guerra civil, em que disputou o poder com outro prestigiado general (Pompeu), tornou-se ditador de Roma.&lt;br /&gt;Embora César tenha governado com eficiência o vasto mundo Romano, o seu poder ditatorial encontrou opositores. Foi assassinado em 44 a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;(2) Mediterrâneo vem do latim "mediterraneus", que significa "situado entre terras", ou "o meio das terras". Ou seja, o Mediterrâneo é o mar que se situava entre os territórios romanos da Europa e do Norte de África.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-9010306634414493022?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/9010306634414493022/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=9010306634414493022&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/9010306634414493022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/9010306634414493022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/04/o-mediterrneo-centro-vital-do-imprio-2.html' title='O Mediterrâneo, centro vital do Império (2)'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-8380827717317058339</id><published>2007-03-31T17:06:00.001+01:00</published><updated>2008-09-13T01:11:32.601+01:00</updated><title type='text'>O Mediterrâneo, centro vital do Império (1)</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;a href="http://roma01.no.sapo.pt/Cartagineses.jpg"target="_blank"&gt;&lt;img  alt="cartagineses"align="left" hspace="10"src="http://roma01.no.sapo.pt/Cartagineses.jpg"width="230"border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;A expansão de Roma chocou com a de outra cidade mediterrânea, Cartago, uma antiga colónia fenícia que, no começo do século III a.C., dominava o comércio do Mediterrãneo central e ocidental.&lt;br /&gt;Depois de vencerem os Cartagineses, Os Romanos apoderaram-se dos seus territórios, incluíndo a Sicília, parte do Norte de África e as costas mediterrâneas da Península Ibérica.&lt;br /&gt;Com vista ao domínio completo do mar Mediterrâneo. Roma voltou-se para o Oriente, atacando os reinos Helenísticos(1). Estes atraíam os Romanos, não apenas pela sua riqueza cultural, mas sobretudo pela sua prosperidade. Nos meados do século II a.C., Roma conquistou a Grécia e a Macedónia e, em seguida, a Ásia Menor, a Síria e a Judeia (Palestina). Por sua vez, o Egipto apenas seria transformado em província Romana no final do século I a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;(1) No século IV a.C., Filipe II, rei da Macedónia, um país situado a norte da Grécia, conquistou todas as Cidades-Estados gregas. Alexandre Magno, filho e sucessor de Filipe II, alargou enormemente os seus domínios, conquistando um império que incluía a Ásia Menor, a Síria, a Fenícia, a Palestina, o Egipto, a Mesopotâmia e a Pérsia.&lt;br /&gt;Após a morte de Alexandre, o império foi dividido pelos seus generais em vários reinos - os reinos helenísticos, assim chamados devido à influência que a civilização helénica aí exerceu.&lt;br /&gt;Chamamos "civilização helenística" ao fruto da síntese entre a cultura grega e as culturas orientais. Nos reinos helenísticos prosperaram activos centros urbanos, como Rodes e Pérgamo e, em especial, Alexandria. Esta cidade,  fundada por Alexandre Magno na foz do rio Nilo, chegou a ter 500 mil habitantes, tendo-se tornado o mais brilhante centro cultural da época.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-8380827717317058339?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/8380827717317058339/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=8380827717317058339&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/8380827717317058339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/8380827717317058339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/03/o-mediterrneo-centro-vital-do-imprio-1.html' title='O Mediterrâneo, centro vital do Império (1)'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3992054522963354690.post-1342142846459847710</id><published>2007-03-07T19:08:00.001Z</published><updated>2008-09-13T01:11:11.050+01:00</updated><title type='text'>Roma, uma cidade em expansão</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div align=justify&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Cerca do ano 1000 a.C., estabeleceram-se na Itália vários povos de origem indo-europeia. Um desses povos, os Latinos (1), fixou-se na margem sul do rio Tibre, numa região chamada Lácia. Aí, os Latinos fundaram a cidade de Roma, nos meados do século VIII a.C.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="mapa"src="http://roma01.no.sapo.pt/romanmap.gif"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos séculos IV e III a.C., os Romanos envolveram-se em constantes guerras com outros povos da Itália, numa violenta e longa luta pela ocupação de toda a Península. Em duzentos anos, quase toda a Itália ficou sob o domínio Romano, incluíndo as cidades gregas da Magna Grécia.&lt;br /&gt;Submetida e unificada toda a Península Itálica, ficou concluída a primeira fase da expansão romana. As ambições expansionistas Romanas, porém, levariam à formação de um grande Império (2).&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;(1) A língua dos Romanos era o latim, falada pelos Latinos, os habitantes da Lácia. &lt;br /&gt;(&lt;i&gt;Lactium&lt;/i&gt; em latim)&lt;br /&gt;(2) Um império é um vasto conjunto de territórios, constituído por regiões e povos muito diferentes dominados por um único governo&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3992054522963354690-1342142846459847710?l=deltacat2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deltacat2.blogspot.com/feeds/1342142846459847710/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3992054522963354690&amp;postID=1342142846459847710&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/1342142846459847710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3992054522963354690/posts/default/1342142846459847710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deltacat2.blogspot.com/2007/03/roma-uma-cidade-em-expanso.html' title='Roma, uma cidade em expansão'/><author><name>delta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14778968274361154996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Vv8CX_uK6Co/TNCTvneqkBI/AAAAAAAAAEQ/jiKsvPMh-ro/S220/cat.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
